Doenças que você pode desenvolver por falta de vitamina D!

Diferente das outras vitaminas, a Vitamina D funciona como um hormônio, e todas as células do corpo tem um receptor para ela. Compare em perspectiva com a frutose, hoje considerada um dos principais venenos para a Saúde, tão indesejável para o corpo que nenhuma célula tem receptor para a mesma – exceto o fígado, para eliminar a mesma.

O corpo produz a Vitamina D a partir do colesterol, quando a pele é exposta aos raios ultravioletas da luz solar, convertendo o colesterol na tão importante vitamina. Isso mesmo: sem colesterol não há Vitamina D. Ainda considera o colesterol um inimigo da Saúde?

Também é encontrada em certos alimentos, como peixes e produtos lácteos enriquecidos, no entanto, a dieta é uma fonte inadequada para a Vitamina D. O ideal seria realmente banhar-se com regularidade no sol mais forte, do fim da manhã e começo da tarde, coisa que a maioria de nós não faz nesta realidade moderna em que passamos a maior parte de nosso tempo em ambientes fechados.

A ingestão diária recomendada oficial é geralmente em torno de 400-800 UI, mas os grandes especialistas são unânimes em afirmar que precisamos de maior quantidade.

A deficiência de Vitamina D é bastante comum. Estima-se que cerca de 1 bilhão de pessoas no mundo têm baixos níveis de vitamina D no sangue , e isto considerando os baixos índices considerados “suficientes” pelas medições oficiais.

De acordo com um estudo de 2011, 41,6% dos adultos nos EUA são deficientes. Este número sobe para 69,2% em hispânicos e 82,1% em afro-americanos. Ou seja: quanto mais escura a pele, mais tempo de sol é necessário.

Estes são fatores de risco comuns para a deficiência de vitamina D:

  • Ter a pele escura e não passar um tempo bom sob o sol.
  • Estar acima do peso ou obeso.
  • Viver longe do equador, onde há pouco de sol durante o ano.
  • Sempre usar protetor solar quando sair (sim, protetor solar interfere na síntese de Vitamina D).
  • Passar a maior parte do tempo dentro de ambientes fechados.

As pessoas que vivem perto do equador e se expõem frequentemente ao sol raramente apresentam deficiências, pois a pele é capaz de produzir vitamina D suficiente para satisfazer as necessidades do corpo. Este é, aliás, o caminho ideal para obter este tipo de nutrição.

A maioria das pessoas não percebe a deficiência, uma vez que os sintomas são geralmente sutis. Você pode não perceber  facilmente, mas estar alerta para os mesmos pode ajudá-lo a evitar pagar o alto preço cobrado por uma deficiência de Vitamina D – como ossos fracos e quebradiços, problemas imunes, cognitivos e muitos outros.

Aqui estão 8 sinais e sintomas da deficiência de vitamina D.

1. FICAR DOENTE OU CONTRAIR INFECÇÕES COM FREQUÊNCIA

Um dos papéis mais importantes da vitamina D é manter o sistema imune forte, capaz de lutar contra os vírus e bactérias que causam doenças.

A vitamina D interage diretamente com as células que são responsáveis por combater as infecções.

Se você adoece com frequência, especialmente com resfriados ou gripe, os níveis baixos de vitamina D podem ser um fator contribuinte decisivo.

Vários estudos têm mostrado uma ligação entre a deficiência e infecções das vias respiratórias como resfriados, bronquite e pneumonia.

2. FADIGA E CANSAÇO

Sentir-se cansado o tempo todo pode ter muitas causas (desidratação crônica é uma delas) e a deficiência de vitamina D pode ser uma. Estudos de casos têm mostrado que os níveis sanguíneos muito baixos podem causar fadiga, com grave efeito negativo na qualidade de vida.

Um estudo analisou a relação entre a vitamina D e fadiga em mulheres jovens.

3. DOR NOS OSSOS E NAS COSTAS

A vitamina D contribui para manter a saúde dos ossos através de inúmeros mecanismos.

Um deles é fazer com que o corpo absorva melhor o cálcio.

Dor nos ossos e nas costas podem ser sinais de níveis inadequados de vitamina D no sangue.

Estudos encontraram uma relação entre a deficiência e a dor lombar crônica

Em um estudo controlado, pessoas com deficiência de vitamina D tinham quase duas vezes mais chances de sofrer dor óssea em suas pernas, costelas ou articulações em comparação com aqueles que apresentavam os níveis normalizados no sangue.

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