6 dicas incríveis de como cortar cebola sem chorar

Primeiro, vamos mostrar qual é a razão que explica a existência das lágrimas. As cebolas são constituídas por uma espécie de túnica de folhas externas (a parte castanha), as camadas interiores (a parte branca, firme e comestível) e, por fim, por um disco basal – que é habitualmente chamado de “raiz”. Quando cortamos este disco basal, ou o esmagamos, ele liberta uma enzima que, em contato com as outras partes da cebola, provocam uma reação química e ocorre a libertação de gases. Quando estes gases entram em contato com a água, temos um efeito ácido – que provoca em nós o choro involuntário.

Veja algumas dicas!

Dica 1

Para começar, utilize uma faca bastante afiada para cortar as cebolas. Lembre-se: as enzimas que provocam as lágrimas são libertadas quando as células são esmagadas ou quebradas. Usar uma faca afiada previne que isso aconteça.

Dica 2

Antes de cortá-las, coloque  as cebolas no freezer por 15 minutos. O frio ajuda a reduzir a quantidade de enzima ácida que é libertada no ar e, o melhor, não afeta o seu sabor.

Dica 3

Que tal experimentar cortar a cebola sob água? Este é um passo super simples e eficiente. Experimente cortar a cebola estando próximo de água corrente (quente) ou de uma nuvem de vapor – uma chaleira com água  fervida, por exemplo. A ciência explica que o vapor atrai os gases da cebola.

dica 4

Para não chorar, expire pela boca e estique a língua para fora. O gás será atraído para a sua língua molhada, e não para os seus olhos.

dica 5

Que tal assobiar enquanto trabalha? O assobio ajuda a criar um fluxo de ar significativo, no sentido oposto ao seu rosto, contribuindo para manter os compostos da cebola bem longe dos olhos. Escolha a música perfeita para acompanhar e fique certo de que vai poder cortar dezenas de cebola sem rolar uma só lágrima.

dica 6

Morda um pedaço de pão. Mastigar o pão lentamente é uma dica de gênio para evitar as lágrimas. Achou estranho? Então, esqueça a ir a padaria e aposte num chiclete. Não se sabe qual é a razão, mas, de fato, a técnica funciona – e bem.

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