Jovem compra a primeira casa e incentiva as pessoas da sua idade a fazer o mesmo

Josh Parrott, residente em Stockport, Greater Manchester, da Inglaterra, diz que planeja aposentar-se quando fizer 30 anos, depois de economizar milhares de libras enquanto morava com os seus pais para começar a adquirir suas próprias propriedades.

Depois de comprar a sua primeira casa com apenas 19 anos, o jovem de 22 anos disse que não há desculpas para os jovens não comprarem uma casa.

Para que isso acontecesse, trabalhou como corretor de imóveis enquanto terminava os estudos e conciliou com um emprego como faxineiro na serralharia dos seus pais.

Ele alugou a propriedade e economizou o suficiente para comprar outra casa aos 21 anos. O jovem que está em busca do seu terceiro imóvel, compartilhou algumas dicas.

“Você apenas tem de superar a mentalidade de que existem certas coisas que você só faz em certas idades. E não se trata de ser superinteligente ou algo assim. Você só precisa aproveitar ao máximo a vida em casa. Não gastei dinheiro saindo para beber e quase não gastei nada com roupas. Os meus amigos disseram que eu estava ficando chato. Recebi um Ford Fiesta, que guardei, enquanto muitos dos meus amigos estão comprando Mercedes com planos de financiamento. Quer dizer, são bons carros, mas eu era capaz de economizar £ 1.200 por mês quando comecei a trabalhar em tempo integral. Poderia ter gasto isso indo para a cidade. Na verdade, trabalhar numa imobiliária é um ótimo trabalho para os jovens e não requer qualificações”, disse.

O empresário planeja ter 10 propriedades – alugando 9 – aos 30 anos, comprando uma por ano para que finalmente possa trabalhar apenas quando quiser.

Depois de terminar os estudos em 2018, ele passou a trabalhar como corretor de imóveis em tempo integral e tinha seu próprio salário de £ 14.000 por ano.

“Contando que as casas que eu compro continuem a subir de valor, o plano funcionará bem. Há um número crescente de pessoas que precisam de casas e elas não estão sendo construídas na mesma taxa de aumento, então a necessidade delas estão aumentando. Há sempre risco, mas mesmo que haja uma queda massiva ou algo assim, terei só de continuar indo mais devagar e acompanhando a economia”, concluiu.

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