Mãe é obrigada a entregar a filha para adoção: 17 anos depois, reencontra-a

Ser mãe adolescente solteira tem as suas consequências, então quando Gina Crotts engravidou aos 19 anos, decidiu fazer o que era melhor para a bebê.

Morando longe de casa e sozinha, Gina sabia que não teria como criar um filho, por isso, em 1999, escolheu um casal que acreditava que criaria melhor a sua filha recém-nascida.

No ano seguinte, Gina deu à luz uma linda menina, a sua “borboletinha”, como lhe chamava carinhosamente. Ela só tinha 4 dias para passar com a bebê, Kalyn, e naqueles dias, ela sussurrava-lhe: “Sê uma boa menina. Lembra-te do quanto eu te amo. Lembra-te da minha voz. Sê uma boa menina”.

No primeiro dia em que se separaram, Gina sentiu um grande vazio dentro dela. Um mês depois, Gina viu-se noiva de um homem, chamado Brandon, e em quatro meses casaram-se.

Juntos, eles tiveram três lindos filhos. Embora a vida continuasse para Gina, ela nunca se esqueceu de Kalyn. Na verdade, Gina certificou-se de que os seus filhos soubessem da sua “borboletinha”.

Gina recebia fotografias de Kalyn uma vez por ano através dos pais adotivos da mesma, mas nunca se encontravam pessoalmente. “O meu objetivo sempre foi tornar-me alguém de quem a minha pequena borboleta poderia orgulhar-se. Eu queria que ela tivesse o desejo de me conhecer, de saber quem eu sou”, disse.

Anos depois, enquanto a sua filha de 13 anos, Evie, estava num ensaio de dança no shopping, a adolescente apontou para uma jovem que ela acreditava ser a sua irmã Kalyn. Fazia 17 anos desde que Gina tinha visto Kalyn pela última vez, então ela questionou-se se poderia realmente ser a sua filha mais velha ou apenas uma sósia.

Então, o pai adotivo de Kalyn levantou as mãos e Gina imediatamente quis conhecer a sua filha. Porém, de repente, hesitou com o pensamento de que Kalyn poderia não querer conhecê-la.

Mas o pai adotivo de Kalyn fez sinal para que Gina se aproximasse, e em segundos estava a olhar diretamente nos olhos da sua pequena borboleta.

“Eu estendi a mão e agarrei-a sem hesitação. Puxei-a para o meu peito e abracei-a”, lembra Gina.

Nos meses seguintes, as duas comunicaram por mensagem de texto até que Kalyn decidiu conhecer a família de Gina.

Desde o encontro inesperado, a vida de Gina tem sido cheia de amor e gratidão por Kalyn e os seus pais adotivos, que a criaram e orientaram bem.

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